Mercado

O tradicional e o digital no pós-pandemia


Os bancos

O mercado bancário brasileiro sempre apresentou bons números e não tem sido diferente nos últimos tempos. No primeiro semestre de 2019, o retorno sobre patrimônio desses gigantes foi 18,8% maior do que no mesmo setor em países desenvolvidos.

Mesmo quando as crises afetaram o Brasil nos anos de 2008 e 2015/16 o saldo final foi positivo.

Mas como disse Murilo Portugal Filho, ex-presidente da Febraban, “a inovação está no DNA do setor bancário brasileiro, mas os êxitos do passado não garantem o futuro”

A ameaça atual não é só da crise criada pela pandemia que fechou 522,7 mil empresas, mas o setor tradicional se encontra encurralado pelo crescimento das contas digitais.

O velho, o novo e o digital

Os Bancos digitais tem tido um crescimento impressionante, como mostra o estudo da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, 40% dos consumidores utilizam Fintechs durante 2019.

Muito desse crescimento se dá pela facilidade e falta de burocracia. Por exemplo: já imaginou abrir uma conta corrente em menos de 2 minutos? Agora isso é totalmente possível! E nem precisa sair do seu app de mensagens.

Segundo a diretora do BS2, Juliana Guimarães, a digitalização já determina as dinâmicas do meio. Então ser digital, não é mais uma questão de novo ou velho, mas uma questão de entregar um melhor produto para o consumidor final.

Algumas características intrínsecas às fintechs tem dado a essas instituições a possibilidade de se destacar. São essas características que o mercado tradicional deve buscar.

Então as Fintechs vão acabar com os Bancos tradicionais?

O tamanho dos bancos tradicionais é uma faca de dois gumes, pois ao mesmo tempo que torna o processo de digitalização e disrupção mais lentos, também consegue sustentar as instituições durante esse processo.

A McKinsey & company propôs sete alavancas que já foram usadas ao redor do mundo para lidar com esse momento de mudança no comportamento dos consumidores.

  1. Reduzir custos radicalmente;
  2. Superar a crescente expectativa da experiência do cliente;
  3. Colocar a tecnologia no centro do negócio;
  4. Alavancar dados como ativo;
  5. Engajar-se na jornada de Open Banking;
  6. Usar força e capilaridade para vencer em linhas de produtos e mercados específicos;
  7. Inovar no nível organizacional.

A entrada das fintechs no mercado o tornou muito mais competitivo e quem ganha com isso é o consumidor final, que terá muitas opções de serviço para suas demandas.

Nem só do digital vive o homem

Claro que o digital é muito importante, mas não é tudo. Outro motivo que faz as fintechs se destacarem é a forma que se relacionam com seus clientes. Nada de filas, nem de burocracia, assistência de qualidade e autonomia para as pessoas lidarem com seu dinheiro.

Cada vez mais a régua de exigência das pessoas está mais alta, não basta uma experiência boa. É necessário que a experiência surpreenda!

A Zap

A Zap entrou no mercado com a tecnologia na cabeça e as pessoas no coração. O intuito aqui é criar uma conta digital que faça sentido no dia a dia das pessoas, por isso escolhemos os aplicativos de mensagem, lugar onde os brasileiros passam grande parte do seu dia.

Queremos fazer a diferença na vida de todos os brasileiros, por isso não existe um processo de análise. Para abrir sua conta só é necessário seu nome, email aniversário e CPF. Se quiser experimentar é só mandar um “oi” no Whatsapp pro Zapelino no (11) 40636073.

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